Geometria para o ENEM
Geometria é a parte da matemática do ENEM que mais assusta quem passou anos ouvindo que não leva jeito para número, e ao mesmo tempo é a que mais aparece ligada a situação concreta: uma planta de casa, um terreno, uma lata, um mapa. A prova quase nunca pede uma fórmula solta, ela mostra uma situação real e pergunta o que segue dela, então o trabalho é ler a situação direito, enxergar qual figura está ali e só depois calcular. Este curso começa do chão e não pressupõe nada: se você não lembra nem o que é perímetro, a primeira parte resolve isso. Ela trata de geometria plana, áreas e perímetros, quadrado, retângulo, triângulo, círculo e figuras compostas, do tipo que aparece quando o enunciado desenha um cômodo em L e pergunta quantos metros quadrados de piso são necessários. A segunda é semelhança e Teorema de Tales: por que duas figuras com a mesma forma e tamanhos diferentes mantêm a proporção entre os lados, como usar isso para descobrir a altura de um prédio pela sombra, e como Tales resolve as questões de retas paralelas cortadas por transversais. A terceira é trigonometria no triângulo retângulo: seno, cosseno e tangente explicados como razões entre lados, o Teorema de Pitágoras, e as situações de rampa, escada e ângulo de visada em que a prova costuma cobrar isso. A quarta é geometria espacial: volume e área de superfície de prismas, cilindros, pirâmides, cones e esferas, com as questões de capacidade que perguntam quantos litros cabem, quanto material cobre a peça e o que acontece com o volume quando uma medida dobra. A última é geometria analítica no plano: pontos e coordenadas, distância entre dois pontos, ponto médio e equação da reta, ligando a geometria à álgebra. Em todas o caminho é o mesmo, entender o que a figura representa antes de escolher a conta.
