Sociologia para o ENEM
Sociologia parece a matéria mais fácil da prova até a hora de responder, quando três alternativas soam igualmente razoáveis e a diferença entre elas é um conceito que ninguém explicou direito. Este curso resolve isso do zero, sem pressupor leitura prévia: ele ensina o olhar sociológico, que é a capacidade de olhar para algo que parece natural, desemprego, casamento, gosto musical, e enxergar ali uma construção social com história. A primeira parte mostra por que a Sociologia nasce no século dezenove, entre a Revolução Industrial e a Revolução Francesa, e o que separa senso comum de conhecimento científico, incluindo socialização e as instituições que formam a gente. A segunda são os clássicos, Durkheim, Marx e Weber, apresentados como três respostas diferentes para a mesma pergunta: fato social e coesão, luta de classes e mais-valia, ação social e burocracia, com o método para nunca mais trocar qual conceito é de quem. A terceira é cultura e identidade: etnocentrismo, relativismo cultural, indústria cultural e a formação do povo brasileiro em Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Darcy Ribeiro. A quarta é trabalho e desigualdade: da escravidão ao taylorismo, do fordismo à uberização, com estratificação social, Gini, IDH e as desigualdades de raça e gênero que aparecem em quase todo gráfico da prova. E a quinta é poder e cidadania: Estado, democracia, globalização e os movimentos sociais brasileiros, do movimento negro ao feminismo, do sindicalismo às lutas indígena e LGBTQIA+, com o que cada um conquistou de fato em lei. Tudo com exemplo brasileiro concreto antes do nome do autor, porque é assim que a questão chega.
